Uma reação forte demais para a situação, um gatilho que você nem sabe nomear, uma sensação de perigo mesmo quando está tudo bem. O corpo lembra, mesmo quando a mente tenta esquecer.
“Você já reagiu de um jeito desproporcional a uma situação simples e, depois, ficou se perguntando "por que reagi assim"?”
Traumas emocionais nem sempre vêm de eventos que parecem "grandes" o suficiente para justificar o quanto ainda doem. Podem vir de uma perda, de uma relação, de uma infância, de um momento específico — ou de uma sequência de pequenas coisas que se acumularam.
O que essas experiências têm em comum é que ficam registradas não só na memória, mas no corpo: no jeito como você reage a determinadas situações, nas pessoas que você evita, nos padrões que se repetem sem que você entenda muito bem o porquê.
Quando essas marcas continuam influenciando suas escolhas, seus relacionamentos ou sua paz no presente, buscar ajuda pode ajudar a compreender e transformar essa relação com o passado.
Carregar um trauma sozinho(a) por muito tempo é exaustivo. Buscar ajuda não significa reviver a dor sem propósito — significa ter um espaço seguro para processá-la, no seu tempo.
A Terapia de Reprocessamento Generativo (TRG), especialidade da Adriana, trabalha justamente com a forma como essas experiências ficaram registradas no sistema nervoso, buscando uma ressignificação que vai além de apenas "falar sobre o que aconteceu".
Não há promessa de apagar o passado — isso não é possível, nem esse é o objetivo. O que se busca é transformar a forma como essa memória afeta o presente.
Terapeuta há 8 anos, especializada em saúde emocional e relacionamentos, com formação em Terapia de Reprocessamento Generativo (TRG), pós-graduação em Neurociências e em Análise Comportamental. Atendimento online para todo o Brasil e presencial mediante agendamento.
Conhecer a AdrianaUm espaço seguro para processar o que ficou e construir novas formas de reagir à vida.